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AmericanCor recebe certificado de acreditação pela ONA

Hospital recebe certificado de acreditação pela Organização Nacional de Acreditação (ONA), que avalia os processos que indicam o alto padrão e a referência em qualidade e segurança na saúde


Na área da saúde, a qualidade dos serviços prestados é de fundamental relevância, especialmente como referência para os pacientes, que buscam as melhores opções de tratamento e cuidados. Na AmericanCor, a melhoria contínua e garantia da qualidade na assistência à saúde dos pacientes é avaliada e comprovada pelo certificado de acreditação. Desde 7 de junho de 2021 o hospital possui o certificado de qualidade e eficiência da Organização Nacional de Acreditação (ONA), vinculada ao Ministério da Saúde.

Excelência em saúde

A ONA é uma entidade não governamental e sem fins lucrativos responsável pelo desenvolvimento e gestão dos padrões brasileiros de assistência em saúde, especialmente nos quesitos qualidade e segurança.

São três princípios que envolvem o processo para conquistar o certificado de acreditação:

• É voluntário, solicitado pela própria organização de saúde;
• É periódico, com prazo de validade do certificado, necessitando nova avaliação após o vencimento;
• É sigiloso, ou seja, as informações obtidas em cada organização de saúde durante a avaliação não são divulgadas.

A entidade conta com uma metodologia internacional, já que é integrante da International Society for Quality in Health Care (ISQua), associação parceira da Organização Mundial de Saúde (OMS) e que conta com representantes de instituições acadêmicas e organizações de saúde de mais de 100 países.

Cuide de você e escolha o melhor para a sua saúde!

Priorize o seu bem-estar acima de tudo! É por isso que o hospital AmericanCor busca a melhoria contínua em seus processos para manter o alto padrão e a referência em qualidade e segurança na saúde. A nossa missão é cuidar de você!

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Conheça os sinais de ansiedade

Ansiedade: conheça 10 sinais que exigem atenção

Casos de ansiedade e depressão cresceram 25% durante pandemia. Conheça os sintomas que merecem alerta!


Certamente você deve ter sofrido ou conhece alguém que sofreu com o isolamento social, medo de infecção, solidão, morte de entes queridos, exaustão no trabalho e problemas financeiros nos últimos dois anos. O resultado da pandemia na saúde mental da população foi estudado pelo Ministério da Saúde, identificando o aumento de 86,5% nas queixas relacionadas aos transtornos de ansiedade. A seguir, explicamos quais os sintomas de ansiedade devem ser alvo de atenção!

Ansiedade patólogica ou natural?

Desde 2017, cerca de 19 milhões de brasileiros já apresentavam este transtorno emocional, segundo levantamento da Organização Mundial da Saúde (OMS). Com a pandemia, o número certamente agravou. No primeiro ano de Covid-19, a prevalência global de ansiedade e depressão aumentou 25%, sendo que jovens e mulheres foram os mais atingidos.

No entanto, nem todos os casos são considerados patológicos. A ansiedade é um mecanismo de reação natural do corpo quando exposto a situações de tensão ou de risco e é considerada normal quando tem uma causa aparente, dura pouco tempo e não exige um esforço intenso para que você ser controlada.

Contudo, há crises de ansiedade que se tornam incontroláveis e passam a ser frequentes, gerando distúrbios que afetam a saúde da pessoa, apresentando picos de preocupação excessiva, medo, estado de hipervigilância e inquietação. Como, por exemplo, gerado por estresse pós traumático, fobias, compulsões (TOC), ansiedade generalizada e síndrome do pânico.

Sinais que merecem atenção

Para enfrentar situações adversas e inesperadas do cotidiano, o mecanismo da ansiedade age em nosso organismo deixando-o em alerta e apresentando uma “descarga de adrenalina”. É possível observar se esse estado está dentro dos níveis normais e esperados ou identificar se está passando dos limites, tornando-se um transtorno pelos sinais abaixo:

1 – Sudorese: suor frequente nos pés e nas mãos;
2 – Taquicardia: sensação de batimentos cardíacos acelerados;
3 – Insônia: dificuldade para dormir;
4 – Pressários: sensação de que algo ruim vai acontecer;
5 – Problemas de concentração e agitação;
6 – Náusea e dores abdominais;
7 – Falta de ar ou sensação de sufoco;
8 – Fadiga física e mental, incluindo incapacidade de tomar decisões;
9 – Tensão muscular
10 – Dores no peito

Ansiedade patólogica ou natural?

Outros sintomas também podem ser observados e, se apresentarem frequência e regularidade, um médico deverá ser consultado, como:

-Tontura;
-Tremores;
-Gagueira;
-Desmaios;
-Boca seca.

Cuide de você e da sua saúde mental!

Priorize sua saúde, realize exames de forma regular para prevenir e agende uma consulta com um profissional caso perceba que está com alguns desses sintomas! Cuide de você!

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Médica sorrindo em seu consultório, cuidando da saúde da mulher

Cronograma da saúde da mulher

Conheça os exames que podem identificar doenças e beneficiar a saúde das mulheres em cada fase da vida!


“Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito”, já dizia uma importante passagem do livro mais lido pelos brasileiros – de acordo com a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil –, a Bíblia. E não é pelo aspecto da religião que queremos falar sobre o tempo das coisas, mas sim pelo olhar da ciência.

Os médicos e especialistas em saúde da mulher afirmam que os exames rotineiros em cada fase da vida podem identificar possíveis doenças antes que qualquer sintoma seja apresentado. Confira o cronograma de cuidados a seguir:

9 a 13 anos

É quando se inicia o primeiro cuidado ginecológico, com a vacina contra o HPV, o papilomavírus humano. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o HPV é um vírus capaz de infectar a pele e mucosas e alguns tipos podem causar o câncer do colo do útero. “A vacina protege contra os tipos do HPV responsáveis por 70% dos casos de câncer do colo do útero”, explica Maria Asuncion Solé Pla, tecnologista da Divisão de Detecção Precoce do INCA, em entrevista para o Ministério da Saúde.

25 a 30 anos

A partir dos 25 anos é recomendado iniciar, anualmente, o exame Papanicolau. O teste é capaz de identificar lesões que, quando tratadas em estágio inicial, evitam o surgimento do câncer de colo de útero, o terceiro mais comum entre as mulheres brasileiras e a quarta causa de morte de mulheres por câncer no Brasil. “Essas alterações são descobertas facilmente no exame preventivo (Papanicolau), e são curáveis na quase totalidade dos casos”, em nota informada pelo INCA.

40 anos

Neste período da vida inicia-se a mamografia de rotina (rastreamento) a partir dos 40 anos, ou a partir dos 35, para mulheres cuja mãe ou avó tiveram a doença. Em 2021 foram 66.280 casos novos estimados de câncer de mama no Brasil, segundo informações do Ministério da Saúde. O risco de desenvolver a doença aumenta com a idade, sendo maior a partir dos 50 anos. Além da mamografia, alterações suspeitas também podem ser avaliadas pelo exame clínico das mamas, que é a observação e palpação das mamas por médico.

Mulher jovem fazendo o ultrassom da mama

65 anos

A partir de 65 anos pode-se realizar o exame de densitometria óssea, que é capaz de medir a densidade dos ossos, ou seja, o quão forte eles estão a ponto de resistir a traumas sem fraturas. No Brasil, muitos médicos recomendam a realização do exame em mulheres após a menopausa, pois a perda hormonal progressiva também leva a uma maior tendência à osteoporose.

DIAGNÓSTICO PRECOCE SALVA VIDAS!

Os médicos e pesquisas alertam que quanto mais cedo as doenças forem detectadas, maior a possibilidade de um tratamento menos invasivo e maior a chance de cura, principalmente em casos de câncer.

O Hospital AmericanCor incentiva as mulheres a cuidar da sua saúde e bem estar, compreendendo a necessidade de falar sobre a prevenção do câncer e outras doenças por meio do autocuidado e de exames de rotina.

Sua saúde é muito importante para viver bem e com qualidade. Por isso, esteja atenta aos exames rotineiros em cada fase da vida. A prevenção faz a diferença, cuide de você!

 

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Pressão alta: você pode ter e não saber

A hipertensão arterial é responsável por desencadear diversos problemas de saúde, sendo um dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares


A hipertensão arterial, popularmente chamada de pressão alta, é uma doença que pode atingir todas as idades. No Brasil, segundo dados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), mais de 38,1 milhões de brasileiros com 18 anos ou mais sofrem de hipertensão. Os números são altos e preocupam ainda mais por ser uma doença silenciosa, que só provoca sintomas em fases muito avançadas. Confira os detalhes a seguir!

 

Entendendo a pressão arterial

É chamada de pressão arterial (PA) a pressão que o sangue exerce sobre as paredes das artérias. Ela depende de três fatores: a quantidade de sangue, a força da contração do coração e também a resistência das paredes dos vasos sanguíneos.

Para que haja sangue em todos as partes do organismo, ele é bombeado a partir do coração e exerce uma força natural contra as paredes internas das artérias. Os vasos oferecem uma certa resistência a essa passagem e é essa “disputa” que determina a pressão arterial.

 

 O que é hipertensão?

Como o próprio nome diz, é quando a pressão está acima do normal. O contrário é a hipotensão, quando a pressão sanguínea está abaixo do normal. Ambos os casos são prejudiciais à saúde e são consideradas como doenças.

A hipertensão, portanto, está relacionada com o aumento anormal da pressão que o sangue faz ao circular pelas artérias do corpo. Uma pessoa é considerada hipertensa quando apresenta valores iguais ou acima de 14/9 (140mmHg X 90mmHg) ao medir sua pressão arterial em repouso.

Os valores da pressão arterial podem variar durante o dia, de acordo com a atividade realizada. Quando dormimos ou quando estamos relaxados, por exemplo, a pressão tende a ficar mais baixa. Porém, pode aumentar com a prática de uma atividade física, em momentos de agitação ou de estresse.

 

Silenciosa e preocupante

A hipertensão é uma doença traiçoeira e silenciosa, que muitos podem ter e passar a vida sem se dar conta. Geralmente, ela provoca sintomas quando já está em fases muito avançadas ou quando a pressão arterial aumenta de forma abrupta e exagerada, causando mal-estar.

Pessoas hipertensas têm maior propensão para apresentar comprometimentos vasculares, doença renal crônica, alterações na visão e impotência sexual. Em 2019, o DataSUS apurou a ocorrência de 1 314 103 óbitos no Brasil, sendo que 27,7% decorreram de doenças cardiovasculares.

Portanto, ao apresentar sintomas como dores de cabeça e tonturas é importante ficar em alerta e consultar um médico.

 

Fatores de risco

Em muitos casos a doença pode ser herdada dos pais, mas há vários outros fatores que influenciam nos níveis da pressão arterial:

-Elevado consumo de sal;

-Excesso de peso e obesidade;

-Níveis altos de colesterol;

-Sedentarismo;

-Ingestão de álcool;

-Tabagismo.

 

Convivendo com a doença

É possível levar uma vida equilibrada mesmo tendo pressão alta. Para isso, é preciso contar com o acompanhamento médico e incorporar alguns hábitos na rotina, como não fumar, praticar diariamente exercícios físicos e adotar refeições balanceadas que contenham baixo teor de gordura e sódio e ofereçam cálcio, potássio e magnésio, que são nutrientes necessários para quem precisa baixar a pressão.

E você, está com a saúde e os exames em dia? No Hospital AmericanCor nosso time de profissionais está à disposição para lhe atender!

 

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Comprovado! O estresse deixa os cabelos brancos

De acordo com pesquisadores da Universidade Harvard a resposta ao estresse pode eliminar permanentemente os pigmentos capilares. Entenda!

 

Provavelmente você já mencionou a frase “ficar de cabelos brancos!” ao se referir a um momento estressante. Esse tradicional jargão popular agora encontrou respaldo científico. Pesquisadores da Universidade Harvard descobriram pela primeira vez que o estresse ativa os nervos que fazem parte da resposta de luta ou fuga, causando danos permanentes às células-tronco regeneradoras de pigmento nos folículos capilares. Publicada na Revista Nature, em 2020, a pesquisa avança no entendimento de como o estresse pode afetar o nosso corpo. Entenda a seguir!

 

Como o estresse age no organismo?

O estresse é uma resposta fisiológica a um estímulo externo, cujo intuito é preparar o corpo para reagir à uma determinada situação. No entanto, o problema surge quando nosso corpo permanece em estado de estresse por tempo prolongado.

Os hormônios liberados neste processo (adrenalina, cortisol, e norepinefrina – também chamada de noradrenalina) possibilitam, por exemplo, desviar o sangue para os músculos, preparando-o para lutar ou fugir, deixar o corpo em estado de alerta e outras várias reações.

Consequentemente, os níveis desses hormônios ficam elevados e danificam permanentemente as células-tronco responsáveis por regenerar os pigmentos dos folículos capilares, conforme mostrou a pesquisa.

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Freepik

A causa do cabelo branco

Após a eliminação de diferentes possibilidades, os estudiosos concentraram-se no sistema nervoso simpático, responsável pela resposta de “luta ou fuga”. Os nervos simpáticos se ramificam em cada folículo piloso da pele e, em momentos de estresse, liberam noradrenalina, que acaba sendo absorvida pelas células-tronco regeneradas de pigmentos.

Foi possível comprovar que, ao ativar excessivamente as células-troncos regeneradoras de pigmentos, esgotam rapidamente suas reservas e perdem a capacidade de produzir melanina, que dá cor aos fios. O resultado é a produção de fios brancos prematuramente e permanentemente.

 

Convivendo com o estresse

Essa descoberta pode ajudar a entender outros efeitos do estresse em nosso organismo. Além disso, é importante ter a consciência de que saber lidar com situações estressantes faz a diferença para uma saúde melhor.

Confira dicas para controlar o estresse e a ansiedade e, sempre que sentir necessidade, o hospital AmericanCor conta com profissionais da área cardiológica para lhe ajudar. Confira nossos convênios!

 

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